ÉTICA NA ENGENHARIA DE PROMPT

da responsabilidade técnica à conformidade legal na era da IA Generativa

Autores

  • Maria Júlia Batista de Holanda UBEC

DOI:

https://doi.org/10.31668/jnrhj328

Resumo

Essa discussão traz a centralidade da ética no desenvolvimento de comandos para modelos de linguagem de grande escala (LLMs). Através da análise da Inteligência Artificial Generativa e dos marcos regulatórios como a LGPD, demonstra-se que a ética não é apenas um filtro final, mas um requisito fundamental de design. Explora-se o papel do engenheiro de prompt como mediador ético, as estratégias de mitigação de vieses e a importância da governança corporativa para a sustentabilidade do ecossistema tecnológico. Nesse sentido, o problema que norteou essa discussão foi: como a Inteligência Artificial Generativa, os Modelos de Linguagem de Grande Escala (LLMs) e a Engenharia de Prompt, têm motivado o avanço dos estudos sobre ética na IA? Com isso, considerar a ética como requisito é assumir que a tecnologia não é neutra; ela carrega a responsabilidade de quem a desenvolve. Sem uma abordagem ética consciente, corre-se o risco de criar ferramentas que, embora eficientes, são socialmente irresponsáveis.

Biografia do Autor

  • Maria Júlia Batista de Holanda, UBEC

    Mestra em Educação pela Universidade Católica de Brasília (2014, UCB).

    Formada em Filosofia (UnB, 2006), Pedagogia (ISCECAP, 2020) e

    Tecnologia Análise e Desenvolvimento de Sistemas (UniProjeção, 2025).

    Aluna de Engenharia de Prompt (UnyLeya).

    Professora e Coordenadora de Área do PIBID (CAPES) no Centro Universitário Projeção de Brasília.

    Analista Educacional de Inovação do Escritório Central da UBEC.

    ORCID: https://orcid.org/0000-0003-0723-1613.

    Lattes: http://lattes.cnpq.br/4298961141386037

    E-mail: juliadeholanda69@gmail.com

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Publicado

2026-05-25

Como Citar

ÉTICA NA ENGENHARIA DE PROMPT: da responsabilidade técnica à conformidade legal na era da IA Generativa. (2026). Revista Plurais (e-ISSN 2238-3751), 16(Fluxo Contínuo), 317-326. https://doi.org/10.31668/jnrhj328