Vão-se as memórias, ficam os tijolos: um estudo sobre o uso do patrimônio industrial a partir das Instalações da IRFM no bairro da Água Branca (São Paulo - SP)
The memories go away, the bricks stay: a study about the industrial heritage use as of the IRFM facilities in the Água Branca neighborhood (São Paulo - SP)
Palavras-chave:
Patrimônio Industrial, Pós-tombamento, Memória, Indústrias MatarazzoResumo
Este artigo tem como objetivo analisar as instalações das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo (IRFM) no bairro da Água Branca (São Paulo - SP) para debater os limites e avanços das políticas patrimoniais voltadas ao patrimônio industrial. A partir desse estudo de caso, espera-se traçar uma genealogia para a formação dessa área de conhecimento e indicar alguns de seus usos voltados à construção de uma memória dos trabalhadores industriais. Para isso, mobiliza-se o conceito de lieux de mémoire (lugares de memória) elaborado por Pierre Nora para argumentar sobre o lugar secundário da memória dos trabalhadores na história da cidade de São Paulo. Por fim, enfatizam-se iniciativas populares de construção de memórias periféricas como possibilidade de expansão do campo, como o Centro de Memória Queixadas Sebastião Silva de Souza, no bairro do Perus.
Palavras-chave: patrimônio industrial; pós-tombamento; memória; Indústrias Matarazzo.
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