INIBIDORES DE SGLT2 COMO NOVO PILAR TERAPÊUTICO NA ICFER: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DE EVIDÊNCIAS CLÍNICAS E MECANÍSTICAS

Autores

  • João Amado Santos de Oliveira Faculdade de medicina ZARNS
  • Alessandra Signorelli França Franco
  • Brener Queiroz Borges
  • Dorival José de Oliveira Neto
  • João Victor Seixas Rocha Vidal
  • Mariana Marcolino Costa
  • Marília Gabriela Adolfo Lobo
  • Matheus Loiola Amaral
  • Paulo Henrique Costa
  • Pedro Henrique Barroso de Oliveira

Palavras-chave:

Insuficiência cardíaca; Fração de ejeção reduzida; Inibidores de SGLT2; Tratamento farmacológico.

Resumo

Objetivo: Analisar evidências clínicas e mecanísticas do uso de inibidores de SGLT2 na ICFEr, com ou sem diabetes. Métodos: Revisão integrativa nas principais bases de dados, incluindo ensaios clínicos e estudos mecanísticos sobre desfechos clínicos, estruturais e de segurança. Resultados: Observou-se redução significativa da mortalidade cardiovascular e hospitalizações, independente do status glicêmico. Houve melhora da fração de ejeção, reversão do remodelamento ventricular e otimização do metabolismo energético. O perfil de segurança mostrou-se favorável. Conclusão: Os inibidores de SGLT2 consolidam-se como pilar fundamental na ICFEr. Sua introdução precoce otimiza o prognóstico e a qualidade de vida, devendo compor o tratamento padrão.

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Biografia do Autor

  • Brener Queiroz Borges

    Objetivo: Analisar evidências clínicas e mecanísticas do uso de inibidores de SGLT2 na ICFEr, com ou sem diabetes. Métodos: Revisão integrativa nas principais bases de dados, incluindo ensaios clínicos e estudos mecanísticos sobre desfechos clínicos, estruturais e de segurança. Resultados: Observou-se redução significativa da mortalidade cardiovascular e hospitalizações, independente do status glicêmico. Houve melhora da fração de ejeção, reversão do remodelamento ventricular e otimização do metabolismo energético. O perfil de segurança mostrou-se favorável. Conclusão: Os inibidores de SGLT2 consolidam-se como pilar fundamental na ICFEr. Sua introdução precoce otimiza o prognóstico e a qualidade de vida, devendo compor o tratamento padrão.

     

  • Dorival José de Oliveira Neto

    Objective: To analyze clinical and mechanistic evidence of SGLT2 inhibitors in HFrEF, with or without diabetes. Methods: Integrative review of major databases, including clinical trials and mechanistic studies on clinical, structural, and safety outcomes. Results: Significant reductions in cardiovascular mortality and hospitalizations were observed, regardless of glycemic status. Improvements in ejection fraction, ventricular remodeling reversal, and energy metabolism were noted. The safety profile was favorable. Conclusion: SGLT2 inhibitors are established as a fundamental pillar in HFrEF. Their early introduction optimizes prognosis and quality of life, constituting standard care.

     

  • João Victor Seixas Rocha Vidal

    Objective: To analyze clinical and mechanistic evidence of SGLT2 inhibitors in HFrEF, with or without diabetes. Methods: Integrative review of major databases, including clinical trials and mechanistic studies on clinical, structural, and safety outcomes. Results: Significant reductions in cardiovascular mortality and hospitalizations were observed, regardless of glycemic status. Improvements in ejection fraction, ventricular remodeling reversal, and energy metabolism were noted. The safety profile was favorable. Conclusion: SGLT2 inhibitors are established as a fundamental pillar in HFrEF. Their early introduction optimizes prognosis and quality of life, constituting standard care.

  • Mariana Marcolino Costa

    Objetivo: Analisar evidências clínicas e mecanísticas do uso de inibidores de SGLT2 na ICFEr, com ou sem diabetes. Métodos: Revisão integrativa nas principais bases de dados, incluindo ensaios clínicos e estudos mecanísticos sobre desfechos clínicos, estruturais e de segurança. Resultados: Observou-se redução significativa da mortalidade cardiovascular e hospitalizações, independente do status glicêmico. Houve melhora da fração de ejeção, reversão do remodelamento ventricular e otimização do metabolismo energético. O perfil de segurança mostrou-se favorável. Conclusão: Os inibidores de SGLT2 consolidam-se como pilar fundamental na ICFEr. Sua introdução precoce otimiza o prognóstico e a qualidade de vida, devendo compor o tratamento padrão.

  • Marília Gabriela Adolfo Lobo

    Objetivo: Analisar evidências clínicas e mecanísticas do uso de inibidores de SGLT2 na ICFEr, com ou sem diabetes. Métodos: Revisão integrativa nas principais bases de dados, incluindo ensaios clínicos e estudos mecanísticos sobre desfechos clínicos, estruturais e de segurança. Resultados: Observou-se redução significativa da mortalidade cardiovascular e hospitalizações, independente do status glicêmico. Houve melhora da fração de ejeção, reversão do remodelamento ventricular e otimização do metabolismo energético. O perfil de segurança mostrou-se favorável. Conclusão: Os inibidores de SGLT2 consolidam-se como pilar fundamental na ICFEr. Sua introdução precoce otimiza o prognóstico e a qualidade de vida, devendo compor o tratamento padrão.

  • Matheus Loiola Amaral

    Objetivo: Analisar evidências clínicas e mecanísticas do uso de inibidores de SGLT2 na ICFEr, com ou sem diabetes. Métodos: Revisão integrativa nas principais bases de dados, incluindo ensaios clínicos e estudos mecanísticos sobre desfechos clínicos, estruturais e de segurança. Resultados: Observou-se redução significativa da mortalidade cardiovascular e hospitalizações, independente do status glicêmico. Houve melhora da fração de ejeção, reversão do remodelamento ventricular e otimização do metabolismo energético. O perfil de segurança mostrou-se favorável. Conclusão: Os inibidores de SGLT2 consolidam-se como pilar fundamental na ICFEr. Sua introdução precoce otimiza o prognóstico e a qualidade de vida, devendo compor o tratamento padrão.

  • Paulo Henrique Costa

    Objetivo: Analisar evidências clínicas e mecanísticas do uso de inibidores de SGLT2 na ICFEr, com ou sem diabetes. Métodos: Revisão integrativa nas principais bases de dados, incluindo ensaios clínicos e estudos mecanísticos sobre desfechos clínicos, estruturais e de segurança. Resultados: Observou-se redução significativa da mortalidade cardiovascular e hospitalizações, independente do status glicêmico. Houve melhora da fração de ejeção, reversão do remodelamento ventricular e otimização do metabolismo energético. O perfil de segurança mostrou-se favorável. Conclusão: Os inibidores de SGLT2 consolidam-se como pilar fundamental na ICFEr. Sua introdução precoce otimiza o prognóstico e a qualidade de vida, devendo compor o tratamento padrão.

  • Pedro Henrique Barroso de Oliveira

    Objetivo: Analisar evidências clínicas e mecanísticas do uso de inibidores de SGLT2 na ICFEr, com ou sem diabetes. Métodos: Revisão integrativa nas principais bases de dados, incluindo ensaios clínicos e estudos mecanísticos sobre desfechos clínicos, estruturais e de segurança. Resultados: Observou-se redução significativa da mortalidade cardiovascular e hospitalizações, independente do status glicêmico. Houve melhora da fração de ejeção, reversão do remodelamento ventricular e otimização do metabolismo energético. O perfil de segurança mostrou-se favorável. Conclusão: Os inibidores de SGLT2 consolidam-se como pilar fundamental na ICFEr. Sua introdução precoce otimiza o prognóstico e a qualidade de vida, devendo compor o tratamento padrão.

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Publicado

14-07-2026

Edição

Seção

Artigo de Revisão

Como Citar

INIBIDORES DE SGLT2 COMO NOVO PILAR TERAPÊUTICO NA ICFER: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DE EVIDÊNCIAS CLÍNICAS E MECANÍSTICAS. (2026). Movimenta (ISSN 1984-4298), 19(1), e20260017. https://revista.ueg.br/index.php/movimenta/article/view/17731