PLANTAS MEDICINAIS NO CONTEXTO QUILOMBOLA KALUNGA:

DIÁLOGO ENTRE SABER TRADICIONAL E ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

Autores

  • Jeronilson Quirino da Silva Universidade Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.31668/b6g5dw39

Palavras-chave:

Plantas medicinais, Comunidade Kalunga, Assistência farmacêutica

Resumo

O presente estudo analisa o uso de plantas medicinais no contexto da comunidade quilombola Kalunga, no estado de Goiás, discutindo o diálogo entre o saber tradicional e a assistência farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Trata-se de uma pesquisa bibliográfica e documental, de abordagem qualitativa, fundamentada em artigos científicos, dissertações, documentos institucionais e políticas públicas relacionadas à fitoterapia e à saúde quilombola. Os resultados evidenciam que o conhecimento tradicional sobre plantas medicinais desempenha papel fundamental no cuidado em saúde, especialmente em territórios com acesso limitado aos serviços formais. Observa-
se ainda que práticas como chás, garrafadas e benzimentos permanecem presentes no cotidiano da comunidade Kalunga, sendo transmitidas entre gerações. Conclui-se que a valorização dos saberes tradicionais e sua articulação com a assistência farmacêutica podem contribuir para práticas de cuidado mais humanizadas, culturalmente sensíveis e territorializadas no SUS.

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Biografia do Autor

  • Jeronilson Quirino da Silva, Universidade Federal de Goiás

    Quilombola Kalunga da comunidade Vão do Moleque, possui formação acadêmica em Ciências Sociais, com habilitação em Políticas Públicas, pela Universidade Federal de Goiás (UFG). É graduado também em Pedagogia pela Unifan. Possui mestrado em Ciência Política pela UFG e, atualmente, é doutorando em Ciência Política pela UFG.

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Publicado

2026-07-08

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

PLANTAS MEDICINAIS NO CONTEXTO QUILOMBOLA KALUNGA:: DIÁLOGO ENTRE SABER TRADICIONAL E ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais (2238-3565), [S. l.], v. 15, n. 02, p. 178 – 193, 2026. DOI: 10.31668/b6g5dw39. Disponível em: https://revista.ueg.br/index.php/sapiencia/article/view/17768. Acesso em: 27 set. 2026.