EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA E O SUJEITO ECOLÓGICO INFANTIL NA ESCOLA DO CAMPO:

PERSPECTIVAS TERRITORIAIS

Autores

  • Maria José Souza Lima Universidade Estadual de Goiás
  • Claudionor Renato da Silva Universidade Federal de Jataí , Universidade Estadual de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.31668/3bnygc52

Palavras-chave:

Alterações climáticas, Dinâmicas territoriais, Crise civilizatória

Resumo

Este artigo analisa, em perspectiva teórica, as contribuições da Educação Ambiental Crítica (EAC) para a formação do Sujeito Ecológico Infantil na escola do campo, em contextos marcados pelas alterações climáticas e pelas dinâmicas territoriais da fronteira agrícola brasileira. Metodologicamente, o estudo caracteriza-se como uma pesquisa teórica de cunho bibliográfico e analítico. Fundamentado na racionalidade ambiental, na epistemologia da complexidade e na concepção emancipatória de educação, o estudo problematiza a crise civilizatória contemporânea e suas implicações para a infância rural. Articulando Educação Ambiental Crítica, Educação do Campo, ética do cuidado e alfabetização científica, argumenta-se que a escola do campo constitui espaço estratégico para a construção de novas racionalidades socioambientais. Defende-se que a formação do Sujeito Ecológico Infantil emerge de processos educativos territorialmente situados, capazes de integrar saber científico, identidade cultural e protagonismo infantil na construção de perspectivas sustentáveis. O estudo também problematiza as dinâmicas territoriais da fronteira agrícola brasileira, especialmente em regiões marcadas pela expansão do agronegócio, pelo desmatamento e pelo uso intensivo de agrotóxicos, discutindo seus impactos socioambientais no entorno das escolas do campo e suas implicações para a formação do sujeito ecológico infantil.

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Publicado

2026-07-08

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA E O SUJEITO ECOLÓGICO INFANTIL NA ESCOLA DO CAMPO:: PERSPECTIVAS TERRITORIAIS. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais (2238-3565), [S. l.], v. 15, n. 02, p. 194 – 208, 2026. DOI: 10.31668/3bnygc52. Disponível em: https://revista.ueg.br/index.php/sapiencia/article/view/17765. Acesso em: 27 set. 2026.