EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA E O SUJEITO ECOLÓGICO INFANTIL NA ESCOLA DO CAMPO:
PERSPECTIVAS TERRITORIAIS
DOI:
https://doi.org/10.31668/3bnygc52Palavras-chave:
Alterações climáticas, Dinâmicas territoriais, Crise civilizatóriaResumo
Este artigo analisa, em perspectiva teórica, as contribuições da Educação Ambiental Crítica (EAC) para a formação do Sujeito Ecológico Infantil na escola do campo, em contextos marcados pelas alterações climáticas e pelas dinâmicas territoriais da fronteira agrícola brasileira. Metodologicamente, o estudo caracteriza-se como uma pesquisa teórica de cunho bibliográfico e analítico. Fundamentado na racionalidade ambiental, na epistemologia da complexidade e na concepção emancipatória de educação, o estudo problematiza a crise civilizatória contemporânea e suas implicações para a infância rural. Articulando Educação Ambiental Crítica, Educação do Campo, ética do cuidado e alfabetização científica, argumenta-se que a escola do campo constitui espaço estratégico para a construção de novas racionalidades socioambientais. Defende-se que a formação do Sujeito Ecológico Infantil emerge de processos educativos territorialmente situados, capazes de integrar saber científico, identidade cultural e protagonismo infantil na construção de perspectivas sustentáveis. O estudo também problematiza as dinâmicas territoriais da fronteira agrícola brasileira, especialmente em regiões marcadas pela expansão do agronegócio, pelo desmatamento e pelo uso intensivo de agrotóxicos, discutindo seus impactos socioambientais no entorno das escolas do campo e suas implicações para a formação do sujeito ecológico infantil.
Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2026 Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais (2238-3565)

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).




