O jornal e o partido: Momento Feminino e a militância das mulheres do Partido Comunista do Brasil (PCB) entre 1947 e 1950
The newspaper and the party: Feminine Moment and the militancy of women in the Communist Party of Brazil (PCB) between 1947 and 1950
Palavras-chave:
PCB. Imprensa Feminina. Mulheres Comunistas.Resumo
Este artigo visa analisar a atuação do jornal Momento Feminino como porta-voz das linhas políticas do Partido Comunista do Brasil (PCB) adotadas entre 1947 e 1950. Nesse intervalo, o PCB admitiu duas linhas políticas distintas: a União Nacional (1942-1947), que preconizava uma sistemática colaboração operário-patronal, e a linha do Manifesto de Agosto de 1950, na qual o partido abandonando a linha anterior acena para a radicalidade política e volta seus esforços para a luta de classes. O objetivo é compreender como as mulheres do partido formularam e articularam essas duas linhas políticas no jornal Momento Feminino. Além de assinarem para as seções fixas, as comunistas brasileiras ocuparam cargos dirigentes e colaboraram ativamente para o projeto editorial desse periódico.
ERRATA
Onde se lê na página 11: enquanto para as Assembleias Legislativas Estaduais os comunistas elegeram 46 deputados distribuídos em 15 estados da federação (Pandolfi, 1995).No Rio de Janeiro, o PCB obteve a maioria na Câmara Municipal, com 18 vereadores eleitos, sendo a pecebista Arcelina Mochel a vereadora mais bem votada daquela casa (Pandolfi, 1995).
Leia-se: enquanto para as Assembleias Legislativas Estaduais os comunistas elegeram 46 deputados distribuídos em 15 estados da federação. No Rio de Janeiro, o PCB obteve a maioria na Câmara Municipal, com 18 vereadores eleitos (Pandolfi, 1995), sendo a pecebista Arcelina Mochel a vereadora líder da bancada comunista daquela casa.
Onde se lê na página 12 (último parágrafo): sessões femininas
Leia-se: seções femininas.
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